Essa sua racionalidade, sensível e lúcida, magoa - me, dói - me por não a ver aí, no seu mundo do feminino, disseminada e assimilada.O contraste com a maioria é simplesmente brutal, pelo que a preocupa, pela maneira como mostra militantemente o mundo que calcoreia no olhar que ele lhe devolve - medonho por vezes e esperançoso por outro.
A sua sensatez tranquila que só o conhecimento do sapiens fundamenta, expressa nas suas crónicas exige, tem de exigir a agressividade se não da denúncia clara e " incorrecta " o menosprezo transparente da REJEIÇÃO, do NÃO, do Vómito.
O Homem pode ser melhor e V. sabe - o. Não o é porque NÃO QUER.
A complementaridade que a faz a Si, na diferença com o Outro, ( tem de ser O outro e não A outro) , necessita de um Nós, que a sua espécie recusa, embalada no jogo de Poder que aprendeu a manipular.
Muito tem feito na conjugação da racionalidade com a Emoção e, pasme -se, os seus " seguidores " e apreciadores do que é, reflectido nos seus escritos, estão no mundo de Marte e não de Vénus.
Bem - haja, pois!

